28 de maio de 2013

Hospital Pediátrico de Mongaguá


Mais uma consulta vergonhosa no hospital da nossa cidade.

(bonito por fora, podre por dentro)

Há uns meses atrás, eu reclamei AQUI do péssimo atendimento que tive na maternidade de Mongaguá, e hoje quero relatar a porcaria do hospital pediátrico, que fica ao lado da maternidade.

O Vic ficou gripado novamente, então eu levei ao hospital pra pegar receita de inalação, e verificar se poderia continuar dando o mesmo remédio que foi passado na última gripe.

Quem me atendeu foi um médico chamado Heraldo Cosseti Barbosa, quando entrei na sala, ELE SEQUER OLHOU pra nós, e de cabeça baixa, postura totalmente largada na cadeira, e tomando nota de algo que eu nem sei o que é, já que ainda não tinha falado nada, nos perguntou: o que foi?

Eu disse: "Ele está com o peitinho cheio de catarro, tossindo, não deu febre, mas tem coriza"

Ele: "Deita ele ali"

Nem preciso falar né, maca com lençol de mil anos sem trocar.

Deitei o Vic lá, ele pegou um palito pra olhar a garganta, enfiou o palito e apertou a lingua pra baixo com tanta força que O PALITO QUEBROU, sorte que foi fora da boca do Vic senão eu tinha metido a mão na cara dele.

De novo eu fiquei tão abismada com essa filhadaputice, que não falei nada, só me recuperei quando saí da sala, mas já chego nessa parte...

Pois bem, Vic já chorando, de susto, ele pegou, ouviu o peito com o estetoscópio (é esse o nome, né?) e voltou pra mesa, disse: "Não é nada grave, é só uma gripe"

Passou receita pra UMA inalação, e disse que eu podia continuar dando os remédios que dei da outra vez.

Aí falou "TCHAU" tipo, me mandando sair, eu virei as costas, ele falou "chama o Breno, por favor"

Saí, não chamei Breno nenhum, porque não sou secretária.

Mas assim que botei o pé na porta, eu contei a história pra todas as mães da sala de espera, rs, parecia uma palestra, já disse logo que ele quebrou o palito na boca do Vic, tomara que as mulheres que entraram depois tenham colocado o cretino no lugar dele.

To cansada de reclamar desse hospital, nunca adianta, porque aqui a prefeitura parece o programa do ídolos, só aparece palhaço pra se mostrar e nada de resolver os problemas que afetam a população.

Um dia eu me mudo dessa porcaria, gosto muito dessa cidade, mas é uma pena que seja tão mal administrada.

Espero que essa postagem, agora que tenho mais meios de divulgação, chegue em alguém que possa fazer alguma coisa

Abraços,

Ludmila e Victor (que está melhorando)

27 de maio de 2013

Presente do tio Dan


Acabou de chegar pelo correio direto de Brasília - DF, já tive que vir correndo postar, lóóóógicoooooo! Ganhou um tênis e o segundo livro pra coleção do Harry Potter que estou fazendo pra ele...

Coincidentemente, chegou bem no dia de hoje, sétimo mêsversário do Vic, que o Dani nunca esquece!






Obrigada Dan, pelo mimo, pelo carinho que tens pelo meu filho mesmo sem conhecê-lo, por todas as vezes que você me socorre do tédio, pela amizade, e tudo mais...  Adoramos o presente!

Beijo u.u



A vida sem sal


Bom dia, ESTOU VIVA!

Mas dessa vez foi por pouco!

Sábado, fui acordada 5h30 da madrugada com dores abdominais intensas na lateral esquerda, acordei o meu irmão pra me levar ao pronto socorro, e deixei o Vic com a minha mãe.

Eu mal conseguia andar, cheguei no pronto-socorro a bitch médica me deu um soro de Buscopan com glicose e outro remédio pra diarréia, segundo ela, meus sintomas eram de cólica intestinal.

Fiquei quase duas horas e meia tomando aquela merda, e não resolveu nada, continuei com dor, voltei na sala da infeliz, ela não me passou exame nenhum, já queria aplicar outro soro, me irritei e deixei a guia lá, e simplesmente saí do hospital sem tomar mais nada. sohnocoo

Esperei meu pai chegar pra me levar pra Santos, no meu convênio, chegando lá fui prontamente atendida, devidamente examinada, fiz teste de urina, e só não fiz ultrassom porque era sábado, mas o pré diagnóstico foi de cálculos renais, tomei um soro com Tramal, que foi o que me salvou, voltei pra casa sem dor depois de quase dez horas quase agonizando.

PS: Dói tanto quanto ou até mais que um parto! Pelo menos no parto você ganha um bebê, já a pedra... bom, só ganha a dor mesmo!


Eu até achei um blog "Blog dos sofredores de pedra nos rins"  o pessoal inventa cada uma!

De lá pra cá estou tomando alguns remédios, e esperando consulta do urologista pra tomar os remédios certos, e aí já posso começar o tratamento indígena-mongaguaense-familiasantana-xamanico que é: chá de quebra pedra, e chá de capim cabeludo (hein?) com cabelo de milho (arre!)

E aboli o sal da dieta, to sofrendo litros, e por falar em litros, to soltando água até pelos olhos, vai que a pedra é fracote e derrete só com água, não? A esperança é a ultima que morre!

Estou bem agora, e o Vic é quem resolveu ficar doente, está com gripe de novo, desse jeito nunca conseguirei dar a vacina de gripe nele,... daqui a pouco conto a trajetória do hospital pediátrico aqui da minha cidade!

Beijos!

24 de maio de 2013

Sessão de risadas


Pra quem não me acompanha nas redes sociais, olhem o vídeo do meu filho rindo!

Tive que fazer upload, pois o Youtube não incorporou meu vídeo aqui na plataforma blogger (desculpem, eu tentei, quem quiser me dar uns views, acesse o meu canal Ludmila Sales)

Olhem o fofuxo tendo risos espasmódicos:


video

Lindo né?

Eu nunca tinha postado ele em vídeo, ta aí, agora vocês sabem como ele é em movimento!

Beijos!!!

Correria


Bom dia e cheiro em todos!

Desculpem o sumiço, estamos aqui na maior correria pra organizar o batizado, que mesmo sendo só um almoço pros familiares mais próximos dá um trabalhão!

Meu pai disse: que trabalheira tem um churrasco?

Claro que pra ele nenhum, só precisa comprar carne e cerveja, mas pra nós (eu, minha mãe, dindinha Pam) tem que: escolher a roupinha dele, comprar lembrancinhas (já comprei, depois mostro), preparar no dia as guarnições (porque quem vive só de carne? tem que ter maionese, vinagrete, suco e refri, sobremesa, pasta de alho... não é só carne e breja não).

Além disso, na terça feira o Vic tem um ensaio fotográfico na Reis Produções (quem sabe parceria em breve) e como eu vou aparecer nas fotos também, e estou com a sobrancelha do Monteiro Lobato, o bigode do Latino, as unhas do Zé do Caixão e o cabelo do Valderrama, preciso correr pro salão urgente!

Olha aí a mistura:

 +  
  + 

Devem imaginar porque esse post não tem fotos minhas né?

Beijos e volto com postagens assim que eu tiver um minuto!


20 de maio de 2013

Natação na infância



Esse é um daqueles projetos que você tem durante a gravidez, mas que demora, ou simplesmente não coloca em prática..

Pesquisinha rápida me mostrou que:


  • O bebê já é adaptado ao meio líquido desde a gestação, são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demostrando uma série de reflexos, comuns na primeira infância. 
  • Quanto mais cedo começar o trabalho dos estímulos sensoriais e a ambientação dos bebês na água, maior será o repertório motor e emocional dele — o que auxilia em um crescimento saudável, tanto mental como físico. Bebês a partir de 6 meses já podem frequentar a piscina e fazer aulas de natação. Nessa fase, a criança já terá tomado parte das principais vacinas.
  • E são inúmeros benefícios que a natação proporciona aos bebês. Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardio respiratória e muscular, tranqüiliza o sono e também previne várias doenças respiratórias.
  • Normalmente as aulas de natação são ministradas junto com os pais na piscina até os 03 anos de idade, para que as crianças tenham condições de aprender com segurança, transformando o medo do desconhecido em um ambiente alegre e prazeroso.
  • É importante ficar atenta para ver se o cloro está com pH neutro e pouco concentrado e se a água está na temperatura ideal. Uma atitude que ajuda a evitar o problema é enxugar bem o ouvido da criança. Isso porque a umidade favorece a proliferação de bactérias, o que pode levar à otite. Outra sugestão é o bebê fazer uso de um tampão moldável, acessório que evita a entrada de água no ouvido.

Encontrei diversos vídeos que mostram que bebês podem nadar, mas esses me impressionaram:






De modo que, unica coisa que me impede de levar o Vic  na natação é o dinheiro! E vocês mamães que não largaram seus empregos, levem! Eu ja acompanhei meu priminho, e ele até dormia na piscina, muito relaxante!

Fontes:

http://guiadobebe.uol.com.br/natacao-para-bebes/
http://bebe.abril.com.br/materia/natacao-para-bebes
http://www.youtube.com/



17 de maio de 2013

Desconstruindo Cantigas populares



"Boi, boi, boi
Boi da cara preta
Pega esta criança que tem medo de careta"

O que deu em nossos antepassados, pra criar uma ameaça em forma de música com o intuito de ninar os próprios filhos?


"Nana nenem
que a cuca vem pegar
papai foi pra roça 
mamãe foi passear"



Quer dizer, "nana nenem, a cuca está vindo", e eu como sou irresponsável, vou "sair pra passear" e vou deixar você aqui no berço sem nem um canivete pra se defender!

Eu andei analisando algumas cantigas, e é cada uma que só lendo:

O cravo brigou com a rosa
Debaixo de um sacada
O cravo saiu ferido
E a rosa despedaçada (violência doméstica?) 

O cravo ficou doente
E a rosa foi visitar (mulher de malandro kk)
O cravo teve um desmaio
E a rosa pôs-se a chorar

Outra:

Atirei o pau no gato tô tô (que crueldade)
Mas o gato tô tô
Não morreu reu reu
Dona Chica cá
Admirou-se se
Do berro, do berro que o gato deu: Miau!


Essa dona Chica, eu faço uma imagem dela, uma daquelas vizinhas fofoqueiras, que ficam espiando a rua pela janela, e ao ver o menino bater no gato, em vez de intervir, ficou foi admirada com o berro do bichano! Velha Safada!

Por ultimo:

Samba Lelê está doente
Está com a cabeça quebrada
Samba Lelê precisava
De umas dezoito lambadas


Pobre Lelê, alem de estar fud*** com a cabeça quebrada ainda tem que levar uma piza*? Esse mundo tá é perdido mesmo!

Ainda bem que os tempos são outros, e as musiquinhas são melhores, exemplo de coisas que o Vic ouve:


É... não tá muito melhor não, mas pelo menos não bateram no cocô! rsrs


Um beijo a todos!

*surra

15 de maio de 2013

Insegurança gravitacional


"Pessoar"

Sempre que eu acho que o Vic faz ou tem alguma coisa inédita pra postar a vocês, o google me prova que já foi previsto pela medicina, e tem até um nome técnico.

Pois bem, tenho notado que o Vic não deixa mais a gente segurar ele pelas axilas, e mover pra cima (como na imagem abaixo):

(desculpem, mas não tinha nenhuma, 
peguei essa no google, desconheço a autoria)

Basta eu começar o movimento pra levantar ele dessa forma, ele já se agarra nos meus braços, começa a tremer, faz uma cara de pânico, e se não abraço logo, começa um choro de dar dó, desesperado!

Eu como boa gente que sou, fui pesquisar se é normal um bebê ter medo de altura, pois achei que fosse isso, e olhem o que encontrei (muito interessante, vale a pena ler)

Crianças que não percebem gravidade da forma usual geralmente têm muito medo de movimento, altura e/ou mudança de posição da cabeça. Este tipo de problema é frequentemente chamado de “insegurança gravitacional”. 

A maioria de nós pode imaginar se sentir ameaçado por estar à beira de um precipício ou se sentir desorientado ao ser movido no espaço tão rapidamente que não sabemos imediatamente o que é para baixo ou para cima. Para alguns indivíduos entretanto, a menor mudança na posição ou altura cria um sentimento extremo de desorientação, medo e ansiedade. É muito difícil para quem não tem essa reação imaginar o que deve ser experimentá-las. Se você não pode confiar em seu corpo para se mover pelo espaço, é difícil confiar em alguém ou alguma coisa. É interessante observar que existe um fator muito forte de se sentir em controle do movimento nestas sensações de insegurança gravitacional. É frequente ver tais crianças subindo em mesas ou se colocando em situações de perigo real; entretanto, o sistema nervoso delas naquele momento não registra alarme porque a criança está se sentindo em controle da situação. Basta porém que aconteça um movimento inesperado para que essa criança entre em pânico.

Como é tão difícil entender esse problema, frequentemente pode parecer que alguém que tem insegurança gravitacional tem um problema de comportamento ou psicológico. Embora seja certamente fácil imaginar como se poderia desenvolver problemas psicológicos ou comportamentais a partir de uma insegurança gravitacional, a base do distúrbio é obviamente neurológica.

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR:

1. Reconheça que esse é um problema real para a criança e respeite suas reações a diversas situações. Tratar isso como uma fraqueza emocional ou problema de comportamento provavelmente tornará o problema pior.
2. Ajude a criança a se envolver gradativamente em atividades que são ameaçadoras. Por exemplo, se a criança se assusta estando em balanço, experimente primeiro um em que os pés toquem o chão, ou segure-a no colo em um balanço. Inicie com movimento lento e rítmico
3. Propriocepção extra, ou pressão nos músculos e articulações e no tronco às vezes ajudam a criança a se sentir mais segura. Por exemplo, se a criança tem medo enquando sobe escadas, tente segurá-la pelo quadril e aplicar pressão suave. Isso pode fazê-la se sentir mais confiante que quando segura as mãos.
4. Movimento suave, para a frente e para trás, é geralmente mais fácil de ser tolerado que movimento rotatório. Tente mover a criança da forma mais confortável primeiro.
5. Geralmente é muito ameaçador ser virada para trás. Não tente esse tipo de movimento até que a criança esteja pronta para tolerá-lo.
6. Envolver-se em brincadeira e faz de conta durante atividades assustadoras pode ajudar a distrair dos aspectos mais assustadores da situação.
7. Pratique alguns movimentos enquanto a criança fica com os olhos fechados. Isso pode ajudá-la a perceber melhor a posição de seu corpo no espaço .
8. Às vezes, colocar pesos ( por exemplo no pulso ou tornozelo ou uma mochila com pacotinhos de arroz ou feijão) ajuda a criança a se sentir mais segura. Usar uma roupa bem justa, tipo uma camiseta de “espandex” por baixo da roupa também ajuda a criança a se conscientizar mais dela no espaço e diminuir o medo assim como acalmar um pouco.
Converse com a terapeuta para verificar se essas atividades são apropriadas para sua criança e peça mais sugestões.


Para ler mais, clique AQUI

Agora ficou muito claro pra mim, lendo o artigo na íntegra, a gente acha que nossos bebês são tão espertos, que às vezes esquecemos que eles também têm suas limitações, e devemos respeitá-los. Nosso dever é transmitir segurança, aos nosso filhos, quem tá comigo?

Um grande beijo a todos!

Lud e Vic

12 de maio de 2013

As aventuras do Vic no jornal A Tribuna


Bom dia das mães a todos!

O nosso bloguito saiu no jornal!

Dêem uma olhada:

(tive que guardar o print, quando eu vi quase morri!)

Mas o link ta aqui, pra quem quiser ler a reportagem:

Mulheres contam a experiência e os desafios de ser mãe

Eu tinha sido entrevistada por telefone, pela Carolina, e pra mim, me ver num jornal que desde que me entendo por gente é o top da baixada, foi muuuitooo legal!

Um abraço pro Rob bob de Castro, que sempre me manda os links especiais que ajudam o blog de alguma forma. Se não fosse ele, eu teria perdido essa!

Beijos a todas e feliz dia das mães!




11 de maio de 2013

BC - O que aprendi com meu filho


Blogagem coletiva proposta por mim mesma, vamos lá

Com o Vic, eu aprendi que:

- A minha comida está sempre fria, a cerveja sempre quente, a salada sempre murcha e o meu cabelo sempre sem pentear. Mas que ele estará mais limpo e arrumado do que filho de barbeiro, e com a comidinha quentinha dentro do estômago.

- Eu aprendi o que é amor à segunda vista (admito, no parto fiquei mais curiosa do que apaixonada, mas depois, da hora a vida)




- Aprendi a ler em voz alta, e explicando as figuras.

- Estou aprendendo a falar "poxa vida" em vez de palavrão e "bobo" em vez de xingamento!
- Aprendi o significado da palavra "prioridade"

- Aprendi a criar estratégias de sobrevivência que deixariam Sun Tzu no chinelo!

- Aprendi que dez minutos de cochilo do Vic é tempo pra fazer o numero 2, e ainda tomar banho e lavar o cabelo! Se vira nos trinta!

- Aprendi que 37 graus não é febre, mas mesmo assim corro pro pediatra!

- Oh crap, ainda não aprendi a fazer uma sopinha mais gostosa do que a da vovó, por mais que eu faça exatamente com os mesmos ingredientes, e do mesmo jeito!

- O que eu falo importa, e instinto materno existe sim!



- Banheirinha não serve pra nada, bom mesmo é banho de chuveiro!

Aprendi que ninguém conhece meu filho tão bem quanto eu. 

- Aprendi a não me preocupar se ele vai ser mais apegado aos avós. Agora está claro que ele sabe quem eu sou.

- Aprendi a criar vínculos no mundo virtual. Pois através deste mundo virtual, existem tantas outras mães que estão comigo nesta jornada!

- Aprendi que uma cama sem grades pode ser mais perigoso que o Grand Canyon

- Aprendi que o homem da minha vida não está lá fora, e não tenho que lutar pra tê-lo, ele está bem aqui do meu lado, e me ama de graça!

Um feliz dia das mães a todas as minhas leitoras, à minha mãe, à vovó Beth, à bisa Idalina, à dindinha Pam, e tantas outras mulheres lindas e fantásticas que conheço.

PS: Tive que editar, pois o pai do Vic pediu pra dizer que aprendeu duas coisas com o Vic também:

- Que sim, existe mesmo um bebê dentro da barriga de uma gestante! (ele diz que me via gravida, mas que só conseguia ver eu e uma barrigona, isso é mal de homem?)
- Aprendeu também a sentir vontade de viver. Ele agora tem medo de assalto, de queda, de acidente, pois quer viver muitos anos pra acompanhar o filho.

That´s all, people!

Beijos,

Lud e Vic





10 de maio de 2013

Blogagem coletiva - Dia das mães


Bom dia!

Quero propor a vocês, minhas leitoras blogueiras, que entre hoje e domingo, postemos em homenagem ao nosso dia, com o tema: "O que aprendi com meu filho(a)"

Vale coisas do cotidiano, vale sentimental e intelectualmente. Pode ser com imagens, vídeo, ou texto. Mãos à obra!!!

E algumas fotos do Vic, que está ficando muito safadinho (aprontando muito):









Quero ver todo mundo participando hein! Comenta esse post, que eu vou querer ler todos!

Bjs

9 de maio de 2013

Nova coluna - Cirurgia plástica


Boa noiteee! Venho com novidades!

Hoje fomos visitar o Doutor Humberto (vocês conhecem ele como Dr. Ray, eu sempre coloco apelidos nos meus médicos preferidos, mas a partir de agora chamarei pelo nome certo, ok?).

Ele sempre diz que é o responsável pelo nascimento do Vic, já que ele me turbinou com 325ml de silicone seis meses antes de o Vic ser fabricado...

Enfim, fomos lá, e estou tão feliz que achei minha máquina fotográfica que estava sumida (estava dentro das coisas de unha, ja imaginem quanto tempo faz que não faço a unha né rsrs) que tirei mil fotos, e seguem algumas:

(peito não quis mamar, mas ficou apertando as próteses de silicone)

(tudo quer colocar na boca, tadinho)



(olhem que boca linda)

(Dr. Humberto e Vic com cara de boteco)

E a novidade boa do mês é que conversei com o Dr. Humberto, e ele aceitou ser nosso colunista.

As postagens serão sobre cirurgia plástica corretiva em crianças, e alguma coisa sobre o corpo feminino pós parto também será comentada! A periodicidade da coluna será mensal.

Espero que gostem, a primeira postagem deve chegar a partir do mês que vem, ainda estamos definindo detalhes, é que dessa vez não aguentei segurar a língua dentro da boca!

Beijos e boa noite a todos!

6 de maio de 2013

Passeio e primeira gripe


Boa noite!

Fim de semana maravilhoso, fomos a uma ilha em Itanhaém, como diz o meu irmão "meti o leitão", ou seja, comi pra caramba, churrasco, peixada, galinhada, tinha de tudo lá... Passeamos de barco, Vic amou o passeio, e dormiu em rede, se comportou como um perfeito cavalheiro, dormiu a noite inteira, e não deu trabalho nenhum...

Some pictures:






Porém, na volta o pimpolho apresentou alguns sintomas de doença: Coriza, a cabeça meio quentinha, meio chatinho, com dificuldade pra dormir... enfim... O Vic está oficialmente doente pela primeira vez em seis meses de vida! E é gripe!

Estamos dando inalação todos os dias (no primeiro dia ele chorou litros, no segundo chorou só um pouquinho, mas na maior parte ficou quietinho, e amanha vamos dar mais uma, vejamos como se comporta.)

Além disso, a médica passou dois xaropes (acho que é um pra tirar o catarro do peito, outro é antialérgico), caso dê febre eu dou 3 gotinhas de tylenol, mas até agora não teve mais...

E eu, também estou mega gripada, o pai dele me disse pra dormir em quarto separado, pra sarar os dois mais rápido, mas como? De que jeito, se eu cuido dele o dia inteiro? Vem aqui ajudar a cuidar, que sara todo mundo!

Enfim, devo lembrar aqui, que o tratamento que a médica de plantão passou pro Vic, é PRO VIC, okay? Sempre consultem médico. (Gente, não é prepotência da minha parte, é que tem mães que realmente me perguntam o que fazer com os filhos, como agir, mas remédio eu não indico não... desculpem)

E com essa me despeço de vocês, assim que o Vic melhorar eu posto aqui!

As novidades do blog: Estou preparando mais uma coluna com um médico especialista, mas ainda estamos nas negociações, aguardem!

Beijos,

Lud e Victor



1 de maio de 2013

Pega no colo ou deixa chorar?



Há quem deixe o bebê chorando até pegar no sono, pra não criar o hábito de ter que niná-lo.

Existem sempre os prós e contras quando o assunto é choro: Não faz mal ao bebê deixá-lo chorar por algum tempo. É normal que uma criança chore.... E a maior parte desse choro costuma acontecer na hora de dormir. 

É verdade sim que bebês quesão carregados o tempo todo e dormem junto com as mães choram menos, mas não há comprovação científica de que isso os torne mais saudáveis ou mais felizes (eu pesquisei). Por outro lado, também não é verdade que chorar bastante amadureça os pulmões do bebê.

Pra evitar esses episódios ruins (ruins, pois não tente testar a fúria de um bebê, já vi meu priminho chorar por duas horas sem parar, até dormir)

(Quase não tenho foto do Vic chorando, nessa ele era RN)


Eu já havia postado aqui uma rotina pra dormir, que até funcionou com outras mães que implementaram o método. Mas atualmente, o meu desafio é fazer o Vic dormir no berço, ou na minha cama, sem que precise ninar, e têm funcionado, já digo como:

Ok, o bebê já tem sua rotina, já sabe que a hora de dormir se aproxima. Ponto.

Agora precisa abandonar o colo, pois está pesando como uma bigorna de chumbo. O que fazer meu Deus?

O segredo é que a parte final da rotina não envolva alguma coisa que o bebê não será capaz de fazer sozinho se acordar no meio da noite.
No começo, eu deitava com ele, abraçada, cantava umas musiquinhas, ele dormia, Aí depois só dava a mãozinha e cantava, depois só dava a mão, e hoje em dia, eu só coloco a cobertinha dele perto, que ele fica com o rostinho nela e dorme sozinho.

Claro, isso nao acontece em um dia só, e também terá dias que o bebê estará estressado, e você vai ter que regredir uns passos! Mas não desanime!

To fugindo do tema do post né? Eu percebi! 

Bom, o fato é que o Vic é criado a leite com pêra no colo, então raramente chora, acho que nunca vi ele chorar por mais de um minuto, exceto nas vacinas. Tenho dó.

Mas tem mãe que deixa chorar, e o bebê de fato dorme, acredito que seja de cansaço, e meninas, cá pra nós. Vocês já dormiram chorando? É ruim né? Então porque fazer isso com os nossos pequenos?

Não estou criticando a criação de ninguém, mesmo porque, nenhum método é 100¢ garantia de sucesso na criação de um bebê, eu  por exemplo, posso estar transformando o Vic num pequeno mimado e inseguro, que precisará sempre de mim pra se acalmar. Mas meu coração sente que devo proceder desta forma... 

Um beijo a todos, e quero ver todos discutindo o assunto aqui nos comentários, quero saber a opinião de vocês!